30 maio, 2010
Eu queria fugir de mim

Eu queria fugir de mim
Pra ver se parava
De pensar tanto em ti
Queria me entregar
Aos as goles de vodka
Pra ver se iria acordar
Nos teus braços
Queria viajar nos tragos
Pra provar do seus sabor
Queria me afogar
Em uma overdose
De fria tristeza
Pela sua ausência
Queria injetar morfina
Em minhas veias,
Dopar meu sangue
Até que chegues
Pra ficar em minha vida
Mas fica apenas no desejo,
Pois fica apenas na ausência,
Na triste distância
De um sonho verossímil
Te espero te aguardo
Apesar de dopada,
De anestesia da vida,
Amo-te apesar de ser tudo
Tão distante, tão difícil,
Tudo tão impossível...
Dopada... por amor... sigo!!!!
Pra ver se parava
De pensar tanto em ti
Queria me entregar
Aos as goles de vodka
Pra ver se iria acordar
Nos teus braços
Queria viajar nos tragos
Pra provar do seus sabor
Queria me afogar
Em uma overdose
De fria tristeza
Pela sua ausência
Queria injetar morfina
Em minhas veias,
Dopar meu sangue
Até que chegues
Pra ficar em minha vida
Mas fica apenas no desejo,
Pois fica apenas na ausência,
Na triste distância
De um sonho verossímil
Te espero te aguardo
Apesar de dopada,
De anestesia da vida,
Amo-te apesar de ser tudo
Tão distante, tão difícil,
Tudo tão impossível...
Dopada... por amor... sigo!!!!
Duas bocas em um só sorriso

Nós ...
Entre intrigas e brisas
Entre risos e brigas
Entre ciúmes e desejo
Entre o beijo e o pejo
Nós entre os trópicos
Nós romances históricos
Nossa guerra entre lápis
Nossa luta de papeis
Nossas feridas de tintas
Nossas voltas às linhas
Nosso sentimentos
Nas entrelinhas,
Nossas estranhas manias,
Entre desesperos e apegos
Entre os medos e os dedos
Entre néctar e veneno
Do ponto à virgula,
De interrogação à exclamação,
De decepções à emoções,
Da ausência vincula
A química que circula
Das artérias do coração
Até as pupilas que dilatam,
Vistas que dilaceram
As barreiras em forma
De oceano desaguado em dor
E o céu escreve no mar
Em gotas a desaguar
E as estrelas me guiam a te encontrar
E o sol lambe a fonte,
E a montanha trás por trás o horizonte
Onde sonho um dia te ver chegar
Mas nós sempre em guerra de lápis
Sempre na luta de papeis
Em nossas feridas de tintas,
Mas sempre voltamos à linha,
De um ponto sempre uma virgula,
De uma interrogação à exclamação
Na sobrevivência de dois corações
Banhados em letras e poemas
Que como nas canções juntasse
Letra e música, versos e as estrofes
Entre a voz e o tom
Entre o timbre e o ritmo
A vida em seu novo sentido
Tudo num novo ângulo de se ver a vida
Portanto compartilhado, dividido
Muito mais divertido, comprometido
Ao quer de abrigo ...
Duas bocas em um só sorriso.
Ciúme obsessivo
Ciúmes de ti , por ti ...
É-me veneno nas veias
Que dilacera corroendo
A alma em químicas
Sorrisos decompondo
Substancia tóxicas
Da virose aguda desejar,
Em sintomas frenéticos,
Infectando conglomerado
Ao mesmo ar a suspirar
Transbordante de bacilos
Que proliferam com fúria,
Contrai a cada olhar distante
Ou palavra a soar desleal,
A cada marcha em calúnia,
Em sua esfera, isolamento global
Ao contrair este mal,
Sintomas num olhar de fúria
Em lábios contraídos, mordidos
Partidos, de palavras paridas
Num clima baseado em petulância
Febre em alta ferroando
Se contorcendo por dentro
Em medos encobertos
Soro tenta reanimar
Ao se revoltar em palavras
Caídas abaixo junto das lágrimas
Vertidas em frívolas dores
No delírio nem se sabe o que se diz
Em desmaio aos fleches da vertigem
Em demasiado acordo
Entre ódio e amor
Entre a dor e o alívio
Entre confiança e ameaça
Entre ausência e presença
Entre a doença e a cura
Entre a razão e a loucura
Tudo anda a par de seu oposto
Em contradições com seus sinônimos
Moléstia em lânguida face
Tanto abandono em repúdio
Num sonho ilusório que difunde
Um veneno que estagna contraindo
Que transmite contaminando
Que permanece contagiando
E que aos poucos vai matando
E num outro monstro transformando
E tudo vai se extinguindo,
O brilho no olhar vai emudecendo,
Os lábios se acabam por ir calando
Enquanto seu mundo vai desmoronando.
É-me veneno nas veias
Que dilacera corroendo
A alma em químicas
Sorrisos decompondo
Substancia tóxicas
Da virose aguda desejar,
Em sintomas frenéticos,
Infectando conglomerado
Ao mesmo ar a suspirar
Transbordante de bacilos
Que proliferam com fúria,
Contrai a cada olhar distante
Ou palavra a soar desleal,
A cada marcha em calúnia,
Em sua esfera, isolamento global
Ao contrair este mal,
Sintomas num olhar de fúria
Em lábios contraídos, mordidos
Partidos, de palavras paridas
Num clima baseado em petulância
Febre em alta ferroando
Se contorcendo por dentro
Em medos encobertos
Soro tenta reanimar
Ao se revoltar em palavras
Caídas abaixo junto das lágrimas
Vertidas em frívolas dores
No delírio nem se sabe o que se diz
Em desmaio aos fleches da vertigem
Em demasiado acordo
Entre ódio e amor
Entre a dor e o alívio
Entre confiança e ameaça
Entre ausência e presença
Entre a doença e a cura
Entre a razão e a loucura
Tudo anda a par de seu oposto
Em contradições com seus sinônimos
Moléstia em lânguida face
Tanto abandono em repúdio
Num sonho ilusório que difunde
Um veneno que estagna contraindo
Que transmite contaminando
Que permanece contagiando
E que aos poucos vai matando
E num outro monstro transformando
E tudo vai se extinguindo,
O brilho no olhar vai emudecendo,
Os lábios se acabam por ir calando
Enquanto seu mundo vai desmoronando.
Aqui jaz uma poetisa

Era uma vez uma poetisa
Que escrevia lindas poesias
Que transbordava de alegria
Todos olhares que a lia
Mas certo dia
Em terrível angustia
De uma triste ausência
Veio a poetizar angustias
Palavras destiladas de feridas
Que por pouco não trouxe uma ida
Uma triste partida
Sem nem o encontrar daquelas vidas
Com isso abalada poetisa
Deixou sua pena de lado no mesmo dia,
Pois não permitiria
Que a mesma que a trouxe a alegria
Lhe roubasse quem tanto queria
No trauma a tal ameaça naquele dia
Largou seu sonho de menina
E vestiu-se com seu Sonho de mulher
Nunca mais pegou num papel
Nem num lápis sequer
Era uma vez uma poetisa
Que fazia poesias lindas de vindas,
Mas que pra não haver partidas
Sacrificou sua ditada língua
Em versos de poesias
Era uma poetisa que em si mesma,
Pois uma pedra e lá escrevia
Pela ultima vez ...
“Aqui jaz uma grande poetisa
2004 à 2010”
E com a leve brisa
Suas linhas carregou naquele dia
Seu néctar de escrever poesias!!!
Que escrevia lindas poesias
Que transbordava de alegria
Todos olhares que a lia
Mas certo dia
Em terrível angustia
De uma triste ausência
Veio a poetizar angustias
Palavras destiladas de feridas
Que por pouco não trouxe uma ida
Uma triste partida
Sem nem o encontrar daquelas vidas
Com isso abalada poetisa
Deixou sua pena de lado no mesmo dia,
Pois não permitiria
Que a mesma que a trouxe a alegria
Lhe roubasse quem tanto queria
No trauma a tal ameaça naquele dia
Largou seu sonho de menina
E vestiu-se com seu Sonho de mulher
Nunca mais pegou num papel
Nem num lápis sequer
Era uma vez uma poetisa
Que fazia poesias lindas de vindas,
Mas que pra não haver partidas
Sacrificou sua ditada língua
Em versos de poesias
Era uma poetisa que em si mesma,
Pois uma pedra e lá escrevia
Pela ultima vez ...
“Aqui jaz uma grande poetisa
2004 à 2010”
E com a leve brisa
Suas linhas carregou naquele dia
Seu néctar de escrever poesias!!!
Apenas ama-me
Me esta entalado um grito,
Meu olhar já como um vidro
Brilha apenas por costume
Uma febre de saudade me transpassa,
Ciúmes me tem por caça,
Uma dor todo o tempo me enlaça
O choro sobe garganta acima
Não há mais nada que me anima,
O sangue se altera em lágrima
Descendo num som de rima
Como o som do vento violento
Que é como o trovão sem fôlego
Sem o rachar do brilho
Borram-se minhas digitais
Não sou mais eu com tantos ais
De uma dor que só se vê no olhar
Um sentir ameno que age como veneno
Que contamina matando
Que contrai morrendo
Apenas no silêncio de estar amando
E o rubor me sobe por pejo
Languida de vácuo em eco
Num triste e sombrio deserto
E mesmo assim te levo
Em cada verso,
Cada melodia ali te encontro
Te tenho em cada olhar
Te vejo em cada sonhar
Te encontro até no luar
Te sinto onde menos esperas,
Pois sei que vou sempre te carregar
Seja em meu olhar
Seja em meu lerdo caminhar
Seja no meu sôfrego falar
Seja no meu doido pensar
Irei sempre comigo te levar
Sangro em saudades
Encarno em várias personalidades,
Verto em duras verdades
Em meio a grandes cidades,
Me perco da noção realidade
E me ardem os pulmões
E perfuram meu coração
E me falta o ar a inalar
E se cansa de bater o coração
Mas nada detém quem atira
Meu bem querer a uma ida
Sem volta, nem recomeço
Muito me aborreço
Eu sei que não mereço
Tão pouco caso ao me medo
Tenho medo que de entre os dedos
Se vá meu maior desejo
Gostar ingrato, me lança migalhas
Não guardas si quer um fôlego
Não reservas si quer um canto
Dentro do coração em fatias
Não cuida de minha herança
Matas quaisquer nas esperanças
Chacinas qualquer confiança
Sobe desgosto, revoltam desespero
Amar quem não se ama
E a impotência de ver a morrer
Sem ter o poder pra salvar-te
De um si próprio em ódios
Quero que proves teu amor
Fazendo que passe essa dor
De uma perca antes do ganhar
Em nome de minha honra
Em valor de minha castidade
Te peço vida longa
Saúde, saúde que repouse em ti
Estou enferma e um grito
Na garganta entala
Ama-me o suficiente
Pra não matar-se
A minha frente
Ama-me o suficiente
A não me abandonar
Antes mesmo de chegar
Ama-me o suficiente
A me provar que nada
Será capaz de nos separar
Apenas ama-me
O suficiente a não me deixar
Ama-me a ponto de não aceitar
Que um vício te leve de mim
Tão fácil assim ...
Apenas ama-me!!!!
Meu olhar já como um vidro
Brilha apenas por costume
Uma febre de saudade me transpassa,
Ciúmes me tem por caça,
Uma dor todo o tempo me enlaça
O choro sobe garganta acima
Não há mais nada que me anima,
O sangue se altera em lágrima
Descendo num som de rima
Como o som do vento violento
Que é como o trovão sem fôlego
Sem o rachar do brilho
Borram-se minhas digitais
Não sou mais eu com tantos ais
De uma dor que só se vê no olhar
Um sentir ameno que age como veneno
Que contamina matando
Que contrai morrendo
Apenas no silêncio de estar amando
E o rubor me sobe por pejo
Languida de vácuo em eco
Num triste e sombrio deserto
E mesmo assim te levo
Em cada verso,
Cada melodia ali te encontro
Te tenho em cada olhar
Te vejo em cada sonhar
Te encontro até no luar
Te sinto onde menos esperas,
Pois sei que vou sempre te carregar
Seja em meu olhar
Seja em meu lerdo caminhar
Seja no meu sôfrego falar
Seja no meu doido pensar
Irei sempre comigo te levar
Sangro em saudades
Encarno em várias personalidades,
Verto em duras verdades
Em meio a grandes cidades,
Me perco da noção realidade
E me ardem os pulmões
E perfuram meu coração
E me falta o ar a inalar
E se cansa de bater o coração
Mas nada detém quem atira
Meu bem querer a uma ida
Sem volta, nem recomeço
Muito me aborreço
Eu sei que não mereço
Tão pouco caso ao me medo
Tenho medo que de entre os dedos
Se vá meu maior desejo
Gostar ingrato, me lança migalhas
Não guardas si quer um fôlego
Não reservas si quer um canto
Dentro do coração em fatias
Não cuida de minha herança
Matas quaisquer nas esperanças
Chacinas qualquer confiança
Sobe desgosto, revoltam desespero
Amar quem não se ama
E a impotência de ver a morrer
Sem ter o poder pra salvar-te
De um si próprio em ódios
Quero que proves teu amor
Fazendo que passe essa dor
De uma perca antes do ganhar
Em nome de minha honra
Em valor de minha castidade
Te peço vida longa
Saúde, saúde que repouse em ti
Estou enferma e um grito
Na garganta entala
Ama-me o suficiente
Pra não matar-se
A minha frente
Ama-me o suficiente
A não me abandonar
Antes mesmo de chegar
Ama-me o suficiente
A me provar que nada
Será capaz de nos separar
Apenas ama-me
O suficiente a não me deixar
Ama-me a ponto de não aceitar
Que um vício te leve de mim
Tão fácil assim ...
Apenas ama-me!!!!
Apenas a verdade
Só se reconhece o que é bom
Quando se sente o ruim
Só se delícia com o doce
Quando se conhece o amargo
Só se conhece o fulgor do sol
Quando já se conheceu os soturnos
Só se dá valor a saúde
Quando se conhece a moléstia
Só se farta com o pouco
Quem já teve o nada
Só se reconhece a paz
Quem já provou da tormenta
Só se dá valor a liberdade
Quem já a teve roubada
Só se dá valor no que se tem
Por aquilo que já se perdeu
Só se dá valor a vida
Quem já passou por perdê-la
Existe ódio apenas no coração
De quem um dia houve amor
Há pranto apenas onde
Já se houve sorrisos
Só se há desalento
Onde ouve muita paixão
Só há sabedoria
Onde já passou muita tolice
Só se adquire experiência
Nas provas que a vida nos impõe
Só se chega à perfeição
O que não se é humano
Só existe malícia, astúcia
Onde um dia houve inocência
Só se tem coragem
Quem um dia venceu seus temores
Só há respeito a quem
O faz por merecer
Só há beleza se é refletida
Nos olhos de quem a vê
Só há despedida
Se houve chegada
Só se reconhece o bom
Quando se prova do perverso.
Amor sem fronteiras

A saudade se expande a cada dia
O anseio por ter seu colo e carinho
Me vai sufocando dia após dia,
Não sei até onde agüento
Ficar assim tão distante
Da minha fonte de alegria
Pois você é o meu melhor dos sorrisos
Apenas tu trazes eles aos lábios meus
Eu não sabia que o amor era tão forte
Para ultrapassar cidades, estados, países
Ultrapassaram o profundo mar
Só para ir em direção a te encontrar
Em um outro continente totalmente distantes
É simplesmente um amor sem fronteiras
Talvez daqueles que foi escrito nas estrelas
Um amor que nasceu nas entrelinhas
Entre a aurora e o por do sol
Antes de meus olhos te tocar
Antes mesmo de meus lábios beijar
Antes até mesmo de te encontrar
Já palpita em sua existência de amar
Esse amor sem fronteiras.
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