
Escolhas vem embaraçadas
Num molho de chaves...
E no decorrer da vida
Nos deparamos com portas
Logicamente fechadas
E chegando a hora da escolha
Qual chave, qual porta
Umas são fáceis de abri-las,
Mas outras, às vezes,
Queremos até arrombá-las,
Porém as pessoas esquecem
De primeiro checar
Girando a maçaneta,
Pois a porta pode estar aberta
Só faltava girar a maçaneta,
Portanto tentamos
Sempre pelos lados
Mais difíceis enquanto
A resposta pode estar
Bem na nossa frente,
Mas cegos pelo pânico
Deixamos a porta certa
E aberta pra traz
E seguimos nas escolhas erradas
Que a vida enganosa
Nos oferece pra nos embaraçar
E a porta certa passar
Sem nem notarmos
E no final jogarmos a culpa
Em tudo, e nos revoltamos,
Mas jogar a culpa no mundo
Menos na própria cegueira
É bem mais fácil...
Que abrir a porta certa.
Num molho de chaves...
E no decorrer da vida
Nos deparamos com portas
Logicamente fechadas
E chegando a hora da escolha
Qual chave, qual porta
Umas são fáceis de abri-las,
Mas outras, às vezes,
Queremos até arrombá-las,
Porém as pessoas esquecem
De primeiro checar
Girando a maçaneta,
Pois a porta pode estar aberta
Só faltava girar a maçaneta,
Portanto tentamos
Sempre pelos lados
Mais difíceis enquanto
A resposta pode estar
Bem na nossa frente,
Mas cegos pelo pânico
Deixamos a porta certa
E aberta pra traz
E seguimos nas escolhas erradas
Que a vida enganosa
Nos oferece pra nos embaraçar
E a porta certa passar
Sem nem notarmos
E no final jogarmos a culpa
Em tudo, e nos revoltamos,
Mas jogar a culpa no mundo
Menos na própria cegueira
É bem mais fácil...
Que abrir a porta certa.
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