
Que saudades das madrugadas
Em que tecia meus textos
Sem pretextos de sono
Que saudade da minha rede
Nela balançar olhando pro ar
Vendo as nuvens a passar
Que saudade dos pássaros observar
Os ver voar em bandos, em filas
Perfeitas em V
Saudade de parar o olhar no nada
Ir longe na imaginação
Sem pressa pra voltar
Que saudade de degustar de livros
Palavras em lazer, e das velhas
Fazer enxerto em novos poemas
Que saudade de pintar, bordar, gritar
Ficar acordada no escuro
Criando histórias fictícias
Que saudade de abrir o baú velho
Das lembranças e destripar tudo
E ir relembrando cada um
Que passou pelo meu coração
Que saudade de tocar, de cantar,
Que saudade de cozinhar
De fazer comprar e passear
Que saudade de minhas loucuras
Que saudade ...
De minha alma livre.
Em que tecia meus textos
Sem pretextos de sono
Que saudade da minha rede
Nela balançar olhando pro ar
Vendo as nuvens a passar
Que saudade dos pássaros observar
Os ver voar em bandos, em filas
Perfeitas em V
Saudade de parar o olhar no nada
Ir longe na imaginação
Sem pressa pra voltar
Que saudade de degustar de livros
Palavras em lazer, e das velhas
Fazer enxerto em novos poemas
Que saudade de pintar, bordar, gritar
Ficar acordada no escuro
Criando histórias fictícias
Que saudade de abrir o baú velho
Das lembranças e destripar tudo
E ir relembrando cada um
Que passou pelo meu coração
Que saudade de tocar, de cantar,
Que saudade de cozinhar
De fazer comprar e passear
Que saudade de minhas loucuras
Que saudade ...
De minha alma livre.
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