13 fevereiro, 2010

Amo-te


Amo um vulto não corpo
Amo uma alma não carne

Um rosto estranho contemplo
Nos lábios o silêncio
Diz nos toques dos dedos
Um sonho esperançoso

Sinto apenas por palavras,
Vejo apenas o que escrito
De um coração distante
De uma mente diferente

Queria o tom de sua voz
Conhecer, e dela te escutar dizer
Todos os assuntos, todas paixões

De seu olhar quero o toque
De tua força defesa
De teu corpo consolo
De teu sorriso um motivo
A continuar vivendo

Sei, é querer muito de um Sonho
Mas tanto te quero
Á tanto te espero.

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