
Deus isto me dói!
Estou amando de novo,
Um vulto, um poeta
E que me resta ... amar?
Não, não quero amar
Dói, me destrói devagar
Dói a ausência
Fria saudade, dura realidade
Porque entregou meu coração?
A um outro, não quero mais paixão
Daí-me alguma solução
Para esta dor no coração
Não quero de novo acreditar
Em coisas que com o tempo
Irão mudar seu valor
E dando-me as costas
Vir a me abandonar
Sou de carne, faz-me pedra
Sou vidro, faz-me plástico
Sou rosa, faz-me espinhos,
Mas não deixes que meu coração
Sofra novamente louca desilusão.
08-02-2010.
Estou amando de novo,
Um vulto, um poeta
E que me resta ... amar?
Não, não quero amar
Dói, me destrói devagar
Dói a ausência
Fria saudade, dura realidade
Porque entregou meu coração?
A um outro, não quero mais paixão
Daí-me alguma solução
Para esta dor no coração
Não quero de novo acreditar
Em coisas que com o tempo
Irão mudar seu valor
E dando-me as costas
Vir a me abandonar
Sou de carne, faz-me pedra
Sou vidro, faz-me plástico
Sou rosa, faz-me espinhos,
Mas não deixes que meu coração
Sofra novamente louca desilusão.
08-02-2010.
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